16 de julho de 2016

Resenha de Procurando Dory



    Procurando Dory,  continuação tardia (13 anos após o lançamento do original) ,de um dos filmes mais queridos dentre os produzidos pela Pixar : Procurando o Nemo.

O novo longa,dirigida pelo Andrew Stanton, trata-se de uma jornada identificação , com um roteiro que explora muito bem as características do fundo do mar, animação belíssima com a protagonista e seu impagável baleies.


 O filme começa com um flashback, com a pequenina peixinha desmemoriada ao lado de seus pais e aprendendo a lidar com seus constantes esquecimentos. É quando sabemos que a nova aventura se passa exatamente um ano após o resgate de Nemo.


A presença dos flashbacks é importantíssima, é através deles que Dory, aos poucos, recebe pistas sobre quem foram e aonde estão seus pais.


Procurando Dory faz refletir sobre a saudade e essa necessidade de reencontrar entes que nos fazem se sentir em casa, independente do ocorrido no passado ou tempo afastado.


Passados 13 anos, o que já era sensacional em Procurando Nemo, se torna fantástico em Procurando Dory. A riqueza visual nessa animação é deslumbrante. O grau de detalhamento é tal que chega a parecer live action. A animação por computador vem sendo aperfeiçoada ao longo dos anos e pode ser que tenha chegado ao seu limite, porque as possibilidades que hoje são alcançadas são fantásticas.


Procurando Dory não chega a ser uma continuação de Procurando Nemo, mas sim uma expansão desse universo. Apesar de ser claramente uma tentativa de lucrar mais ainda com o universo criado por Nemo, o longa de animação é muito bem feito, traz novidades e, inclusive, levanta temas importantes na formação das crianças. Um filme, realmente, para ser assistido por toda a família.

Avaliação do Filme: 9.8
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